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CASTELO DE ALGOSO, Vimioso, Bragança, (Dezembro de 1975)


Tela 50x90


Pormenor da tela final (50x100)




Mandado construir no final do século XII, por Mendo Rufino, no reinado de D. Sancho I, o Castelo de Algoso, ocupa uma posição privilegiada, num promontório rochoso, a uma altitude de 681 metros, na extremidade formada pelo rio Angueira e pelo rio Maçãs.

Foi entregue por D. Sancho II, à Ordem do Hospital, mais tarde Ordem de Malta, cujo alcaide-mor, no tempo do domínio filipino, tomou partido dos espanhóis. Mais tarde, já em 1710, o castelo foi diversas vezes atacado pelas tropas espanholas, durante a Guerra dos Sete Anos, conseguindo resistir sempre.

Na época das invasões francesas, por volta de 1808, o juiz de fora de Algoso, Jacinto de Oliveira Castelo Branco, recusou-se a acatar as ordens de Junot e continuava a usar nos processos o nome de D. João VI, apesar de este já ter embarcado com a família para o Brasil.

Classificado como Imóvel de Interesse Público, recebeu durante o século XX, obras de restauro. Tem uma planta rectangular, com entrada virada a norte, a muralha está muito danificada, salienta-se ainda a Torre de Menagem.

in : http://www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-algoso-15073

CASTELO DE ALGOSO, Vimioso, Bragança, (anos 70)


Tela 50x90


Pormenor da tela, tamanho real (50x90)

 O Castelo de Algoso localiza-se ao sul da freguesia e povoação de Algoso, no concelho de Vimioso, distrito de Bragança, em Portugal.
Em posição dominante sobre o cabeço da Penenciada, domina a planície envolvente e a confluência da ribeira de Angueira com o rio Maçãs. Na região de Trás-os-Montes, enquadrado na Área Turístico-Promocional das Montanhas, do alto dos seus muros avistam-se a serra da Sanábria, a de Bornes e a de Nogueira.

Embora os autores mais antigos acreditem que a primitiva ocupação humana de seu sítio remonte a um castro pré-histórico, a recente pesquisa arqueológica confirmou que a mesma ocorreu em diversas fases desde o período Calcolítico até à ocupação romana, embora não necessariamente em termos militares

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, a primitiva linha de limites do condado portucalense com o reino de Leão desenvolvia-se ao longo da margem esquerda do rio Sabor até à sua confluência com a ribeira de Angueira. Esta raia era vigiada por quatro sentinelas principais: o Castelo de Milhão, o Castelo de Santulhão (ambos já desaparecidos), o Castelo de Outeiro de Miranda (em ruínas) e este Castelo de Algoso. Complementavam essa defesa principal do setor nordeste transmontano os castelos de Penas Róias, de Mogadouro e, embora mais distante, o de Bragança.
Características :

De pequenas dimensões, apresenta planta orgânica (adaptada ao terreno), com o formato retangular. Foi erguido em alvenaria de xisto quártzico e granito, sobre um afloramento rochoso, na cota de 681 metros acima do nível do mar.
Na muralha, a norte, rasga-se o portão de entrada em arco pleno, acedido por uma escada em degraus talhados na rocha. Este portão é defendido por um cubelo, hoje sem os seus merlões, onde se destacava um balcão com matacães. Franqueando-se o portão, abre-se uma reduzida praça de armas de onde, por sua vez, se acede a torre de menagem. Esta apresenta planta heptagonal, dividida internamente em três pavimentos. Os dois primeiros destinavam-se a habitação e o último, à defesa.
Num torreão, na face leste dos muros, abriram-se espaços destinados a peças de artilharia

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