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BELVER, Gavião, Portalegre, (anos 70) / CASTELO DE BELVER


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 Belver é uma freguesia portuguesa do concelho do Gavião, com 69,71 km² de área e 900 habitantes (2001). Densidade: 12,9 hab/km².
Foi pertença da Ordem do Hospital, por doação de D. Sancho I, e sede de concelho independente entre 1518 e 1836. Era constituído pelas freguesias de Belver e Comenda e tinha, em 1801, 1 403 habitantes. Aquando da extinção do município, a freguesia transitou então para o concelho de Mação, onde permaneceu integrado até 1898, data em que passou para o então restaurado concelho de Gavião.
Dispõe de uma estação ferroviária integrada na linha da Beira Baixa.


O Castelo de Belver, no Alentejo, localiza-se na freguesia de Belver, Concelho do Gavião, Distrito de Portalegre, em Portugal.
Considerado um dos mais completos da arquitectura militar medieval portuguesa, ergue-se isolado no alto de um monte granítico, a Oeste da vila, em posição dominante sobre a confluência da ribeira de Belver com a margem direita do rio Tejo, guarnecendo a então chamada Linha do Tejo.

A estrutura apresenta planta com formato aproximadamente oval, com a torre de Menagem ao centro e capela renascentista.
A torre de menagem apresenta planta quadrangular com cunhais de cantaria e paredes espessas (cerca de 4 metros no primeiro pavimento). O primeiro pavimento é acessado por uma porta tripla em arcos redondos rasgada na face Sul, precedida de escada em alvenaria de pedra granítica adossada. No pavimento deste piso, pode-se visitar a cisterna escavada na rocha. Nele rasga-se ainda uma janela de moldura retangular e ergue-se uma escada de acesso para a sala do segundo piso. Neste, por sua vez, rasgam-se uma janela semelhante à do pavimento inferior, uma porta em arco redondo a dar para os vestígios de uma antiga varanda e uma outra porta, também em arco redondo, que dá acesso à escada para o eirado. Este último apresenta ameias pouco largas e adarve que rodeia a cobertura telhada da torre. Os pisos superiores têm sido aproveitados na promoção de eventos culturais.
A cerca (muralha) apresenta adarve em todo o perímetro, ameias em alguns trechos e seteiras, reforçada por cubelos e dois torreões de planta retangular, com as golas abertas para o adarve. A Sul abre-se a porta principal, em arco de volta redonda, datando do século XV, ladeada por dois cubelos desiguais. No lado Oeste, localiza-se uma cisterna, com duas bocas redondas, e no lado Norte, ergue-se a Capela de São Brás. No interior desta capela destacam-se o altar-mor de talha e os numerosos bustos-relicários das relíquias da Palestina que outrora se expunham sobre o altar, oferecido pelo Grão Prior do Crato ao príncipe D. Luís, filho de D. Manuel I.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

ALDEIA, Sendim, Tabuaço, Viseu, (anos 70)


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COUDELARIA DE ALTER DO CHÃO, Portalegre, (anos 70)


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LAGEOSA, Sabugal, Guarda, (anos70)



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Lajeosa é uma freguesia portuguesa do concelho do Sabugal, com 14,82 km² de área e 258 habitantes (2001). Densidade: 17,4 hab/km².
A freguesia da Lajeosa dista aproximadamente trinta e dois quilómetros da sede do concelho. Situada junto à fronteira com Espanha é banhada por uma pequena ribeira.
A subsistência da população continua a estar ligada essencialmente à pastorícia e à agricultura.
O seu topónimo, Lageosa, tem origem nas lajes graníticas que existem na freguesia.
A povoação é muito antiga, e sabe-se por documentos escritos, que sofreu ataques das tropas napoleónicas aquando da terceira invasão francesa a Portugal.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

FRONTEIRA, Portalegre, (anos 70)


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Fronteira é uma vila portuguesa no Distrito de Portalegre, região Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 3 300 habitantes.
É sede de um município com 245,20 km² de área e 3 286 habitantes (2006), subdividido em 3 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Alter do Chão, a leste por Monforte, a sueste por Estremoz, a sul por Sousel e a oeste por Avis.
O foral do concelho foi concedido por Manuel I de Portugal a 1 de Junho de 1512.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

   http://www.cm-fronteira.pt/

CASTAINÇO, Penedono, Viseu, ( anos 70)


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A freguesia de Castainço era em 1527, um simples lugar pequeno com 85 moradores.
Disposta num vale, talvez para se protegerem da peste, os moradores construíram uma Igreja a S. Sebastião. Manteve-se um povoado rural do qual se dizia que produzia "centeio, trigo, milho, feijão, castanha, linho e muito gado de caça".
A cultura do linho foi muito importante dentro das tradições rurais da freguesia. Ainda o é, para quem ainda não esqueceu a arte de bem preparar, fiar ou tecer o linho ou lã que por cá também dela se preparavam boas mantas, colchas e tapetes.
Tradicionais, são "as alvíssaras" que se cantam na véspera da Páscoa, desde o Calvário até aos mais pequenos arruamentos, em anúncios da Ressurreição, como também as bonitas Romarias a Santa Eufémia na Segunda-feira de Páscoa. Aí não falta pão-de-ló bem característico (e que aqui chamam de bola doce), nem as cavacas de todos os monumentos festivos.

Fonte: http://www.cm-penedono.pt


TRANCOSO, Guarda, (Outubro de 1976)



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A antiquíssima Vila de Trancoso acolhe os visitantes num cenário medieval que os transporta para um tempo de sonho e maravilha. Pelas suas características únicas e o seu estado de preservação, Trancoso faz parte do restrito programa das “Aldeias Históricas de Portugal”.

Situado num vasto planalto, a 900m de altitude, Trancoso impõe-se na paisagem raiana, com o seu castelo medieval e cintura de muralhas. Quem chega à cidade, vindo de Sul, depara-se com a frondosa mancha verde do Parque Municipal que convida ao exercício físico através do seu circuito de manutenção, ao qual se segue a capela de S. Bartolomeu, do séc. XVIII, monumento comemorativo do casamento de D. Dinis com a Rainha Santa Isabel.

Ao acercar-se das muralhas vislumbra-se o maravilhoso cartão de visita da cidade, as Portas d’El Rei. Dentro do centro histórico os interesses dividem-se entre a antiga Judiaria, os Paços do Concelho, o Pelourinho Manuelino, a Igreja da Misericórdia e a Igreja de S. Pedro onde está sepultado o poeta-profeta Bandarra, a casa-quartel do General Beresford, o Palácio Ducal, a Igreja de Santa Maria de Guimarães, a Rua dos Cavaleiros e o Castelo medieval, anterior à nacionalidade.

No exterior, são ainda visíveis mais algumas pérolas da nossa história. Entre elas destacam-se a Necrópole Antropomórfica, a Capela de Santa Luzia, a Igreja de Nossa Senhora da Fresta, a Capela do Senhor da Calçada, a Fonte da Vide, a Fonte Nova e o Convento dos Frades
.

O castelo de Trancoso não tem uma origem bem definida, mas já devia existir quando os muçulmanos ocuparam a península, procedendo ao reforço das suas defesas, que não foram suficientes para se defenderem do rei de Leão, Fernando Magno, que reconquistou o castelo por volta de 1057.

D. Afonso Henriques doou Trancoso à Ordem do Templo, por volta de 1173, época em que as defesas da vila conheceram grandes melhorias, acreditando-se que seja deste período a construção da primeira muralha da vila.

FONTE ARCADA, Sernancelhe, Viseu, (anos 70)


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Fonte Arcada é uma freguesia portuguesa do concelho de Sernancelhe, com 11,87 km² de área e 279 habitantes (2001). Densidade: 23,5 hab/km².
Foi sede de concelho com foral de 1193. Em 1801 era constituído pelas freguesias da sede, Vilar, Chosendo, Escurquela, Ferreirim, Freixinho e Macieira. Tinha então 2742 habitantes em 68 km². Em 1849 tinha 2471 habitantes e 59 km² pois foi desanexada deste concelho a freguesia de Vilar. Em 1855 foi integrado no concelho de Sernancelhe.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


ERVIDEIRA, Ponte de Sor, Portalegre, (anos 70)


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BEZELGA, Penedono, Viseu, (anos 70)


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Beselga é uma freguesia portuguesa do concelho de Penedono, com 15,19 km² de área e 354 habitantes (2001). Densidade: 23,3 hab/km².
A principal actividade económica é a agricultura.
         No 1º domingo de Setembro. Tem lugar na freguesia a Festa do Divino Senhor dos Passos
       
        Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
   

PAÇO, Sendim, Viseu, (anos70)



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